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Os ácidos gordos ómega-3 não são novidade, há algumas décadas atrás era hábito dar ás crianças óleo de figado de bacalhau (rico em ómega-3). Muitas dessas crianças, hoje adultos, ainda se lembram do seu desagradável sabor. Descobertos há mais de 70 anos os ácidos gordos ómega-3 sempre despertaram interesse, sendo porisso, ao longo de todos estes anos alvo de muitos estudos cientificos, ficando assim, demonstrado a sua acção benéfica para o bom funcionamento do corpo humano.
Os ácidos gordos ómega-3 são designados essenciais porque o nosso corpo não os fabrica, devendo ser ingeridos por meio da alimentação. Os principais ácidos gordos ómega-3 são: ácido gordo eicosapentanóico (EPA) e ácido gordo docosahexanóico (DHA).
Alimentos que contêm ácidos gordos ómega-3.
Os ácidos gordos ómega-3 de cadeia longa encontram-se sobretudo nos peixes de águas frias tais como o atum, o salmão, a cavala, as anchovas, a sardinha, o arenque, etc. e em menor quantidade em alguns óleos vegetais , linho, soja, sementes de linho, nozes etc.
Cada dia aparecem novos estudos que reafirmam a importância de complementar a alimentação com os ácidos gordos ómega-3 de cadeia longa pelos numerosos benefícios que aportam á nossa saúde. Entre eles:
- Favorecem a produção no nosso corpo de eicosanóides "bons", hormonas que intervêm em todos os processos fisiólogicos do corpo, altamente importantes para a saúde do nosso organismo.
- Capacidade para penetrar na estrutura das membranas de todas as células do nosso organismo, isto significa, que chegam até aos capilares mais pequenos com o fim de levar nutrientes e oxigénio aos tecidos.
- Regulam os nivéis de colesterol e triglicéridos.
- Reduzem o risco de padecer doenças cardiovasculares, evitando a formação de trombos ou coágulos sanguíneos.
- Diminuem a inflamação, um processo comum a muitas doenças como a artrite reumatóide, psoríase, asma, alergias etc.
- Fortalecem o sistema imunitário.
- Ajudam a combater estados depressivos.
- Ajudam a melhorar a concentração, o humor e a capacidade intelectual.
Para obter todos estes benefícios torna-se necessario aumentar a ingestão de peixe rico em ómega-3 de cadeia longa várias vezes por semana de uma forma constante e regular, porém, isto nem sempre é possivel, devendo-se recorrer a um suplemento de óleo de peixe de qualidade.
Quanto óleo de peixe devemos tomar?
É aconselhável consumir regularmente um suplemento de ómega-3, sendo a dose recomendada pelo Dr. Barry Sears de 2,5 gramas ao dia (equivalente a uma colherzinha). No entanto, se tomassemos habitualmente óleo de peixe não refinado, nas quantidades anteriormente referidas, com o tempo, os metais pesados e os pesticidas resultariam nocivos para o nosso organismo. Porisso recomenda-se consumir óleo de peixe, exclusivamente, concentrado e destilado, isto é, livre de impurezas.
Todo o óleo de peixe livre de contaminantes, foi um óleo submetido a um processo tecnológico designado destilação molecular, mediante o qual elimina-se todas as substâncias tóxicas e impurezas (PCB e DDT e mercurio orgánico). Outra característica do óleo de peixe de qualidade é sua alta concentração em EPA e DHA, os ácidos gordos mais úteis para o organismo humano responsáveis de todos os benefícios antes referidos.
Entre os óleos de peixe de alta qualidade presentes no mercado, EnerZona Omega-3Rx é um óleo que cumpre todos estes requisitos. Combina pureza e concentração dos principais ácidos gordos ómega-3 (EPA e DHA) de cadeia longa de um forma muito mais elevada que qualquer outro. Dísponivel em forma liquida com sabor a limão e menta, minimizando assím qualquer sabor desagradável; e em cápsulas.
Os ómega-3 durante a gravidez e a lactação
Os ácidos gordos ómega-3 de cadeia longa são importantes para o desenvolvimento do cerebro do bebé. A necessidade de DHA por parte do feto é maior no último trimestre da gravidez quando as células do cérebro estão em continua formação (más de 250.000 neuronas por minuto).
iIncluir um suplemento de ómega-3 na dieta da futura mãe vai contribuir para melhorar a capacidade de aprendizagem do bebé. Sendo assím, a gravidez é o melhor momento para tomar óleo de peixe como complemento da dieta. Recomenda-se óleo de peixe concentrado e destilado livre de impurezas. No periodo de amamentação, a mãe deve seguir tomando ómega-3 para poder manter os níveis de DHA adequados no seu leite, imprescindíveis para o rápido crescimento do cérebro do bebé.
Proporção entre os ácidos gordos ómega-3 e ómega-6.
Para um correcto funcionamento do organismo deve existir um equilibrio adequado entre estes dois ácidos gordos essenciais ómega-3 e ómega-6 na nossa dieta. Os ómega-3 são os precursores dos eicasanóides "bons" e os ómega-6 são os precursores dos eicasanóides "maus". O equilibrio entre ambos eicasanaóides é o que vai determinar o nosso estado de sáude.
Actualmente, a alimentação do homem ocidental é excessivamente abundante em ácidos gordos ómega-6, estes encontram-se sobretudo nos óleos vegetais: girassol, milho, amendoim , soja...e nas gorduras da carne, enquanto que o consumo de ómega-3 é muito mais reduzido.
Vêm-se apreciando nos últimos anos um descenso no consumo dos ómega-3 e uma crescente subida no consumo dos ómega-6. Crê-se que esta excessiva ingestão dos ómega-6 em relação aos ómega-3, que se estima que seja de 9:1 quando em realidade deveria ser 4:1 pode ser a causa do aparecimento de muitas doenças de carácter inflamatório e auto-imunes, dado que, uma excessiva ingestão dos ómega-6 contribuiem para a produção dos eicasanaóides "maus" em detrimento dos ómega-3, percursores dos eicasanóides "bons".
É fundamental que haja um equilibrio entre ambos eicasanaóides " bons" e "maus" para que o nosso corpo goze de boa súde. A solução consiste em reduzir a ingestão dos ómega-6 e aumentar a ingestão dos alimentos que contenham ómega-3 (peixe, principal fonte) ou tomar um suplemento de óleo de peixe de qualidade farmacêutica, com uma elevada concentração de EPA e DHA.
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