quinta-feira, 5 de março de 2015

Peixes ricos em ómega 3

Os peixes ricos em ómega 3 são especialmente os peixes de água fria -peixe azul ou gordo -, como a cavala e o salmão. Basicamente, quanto mais fria for a água do mar onde os peixes habitam, mais elevados são os seus teores em gordura ómega- 3. Por isso escolha sempre peixes de mares mais frios.
Peixes ricos em ómega 3
Os ácidos gordos ómega 3 assumem um papel importante na proteção da nossa saúde, em especial, o EPA e DHA, os ácidos gordos essenciais que não podem ser produzidos pelo nosso organismo, devendo portanto ser obtidos através da dieta. Devido às suas propriedades anti-inflamatórias apresentam muitos benefícios para a saúde, nomeadamente na melhora do sistema cardiovascular, no funcionamento cerebral e na redução da inflamação crónica.

Os principais peixes ricos em ómega 3

Conteúdo em ómega-3 (g) por porção de 100 gramas de peixe:
  • Cavala 1,8

  • Anchovas 1,7

  • Arenque 1,5

  • Sardinha 1,4

  • Salmão 1.2

  • Atum (fresco) 1,1

  • Sarda 1,0

  • Truta arco-íris 0,9

  • Badejo 0,8

  • Trutas (outras) 0,5

  • Bacalhau 0,3

  • Atum (em conserva) 0,2

  • Linguado 0,1
Ao comer mais peixes ricos em ómega 3, vai aumentar a ingestão de gorduras benéficas para a saúde, contudo devemos recordar que o peixe gordo ao conter mais gordura pode também conter substâncias tóxicas como mercúrio e PCB. Por isso e, para contrariar esta situação o Dr. Barry Sears recomenda a suplementação com óleo de peixe de alta qualidade.

A importância do equilíbrio ómega 6 e ómega 3

O equilíbrio entre as gorduras ómega 6 e ómega 3 é importante para uma boa saúde. Para manter este equilíbrio comece a reduzir as gorduras ómega 6, ao mesmo tempo que aumenta o consumo de ómega 3, quer seja com a ingestão de peixe rico em ómega 3 ou com a suplementação com óleo de peixe. A nossa alimentação atual tem excesso de gordura ómega 6. 

Cabe lembrar que este tipo de ácidos gordos geram sustâncias inflamatórias (eicosanoides pro inflamatórios) que prejudicam a nossa saúde, pois “anulam” os efeitos benéficos dos ácidos gordos ómega 3. Por isso reduza as gorduras ómega 6 de modo a usufruir dos benefícios dos ómega 3.

Relativamente aos peixes de aquacultura, o Dr. Beary Sears adverte-nos que não são recomendados porque estes peixes tem teores muitos reduzidos em ómega 3, em comparação às suas mesmas especies selvagens, e maiores teores em ómega 6, dado que são alimentados com óleos vegetais entres eles os de soja.

A dieta da Zona recomenda

  • Aumentar a ingestão de gorduras ómega 3

  • Consumir mais peixe rico em ómega 3 (ou substitua pela suplementação de óleo de peixe de alta qualidade)

  • Diminuir a ingestão de gorduras ómega 6

  • Evitar os peixes produzidos em aquacultura

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Qual é a principal causa do envelhecimento da pele?

O Dr. Barry Sears numa das suas palestras abordou o tema "O papel de uma dieta anti-inflamatória no tratamento do envelhecimento da pele", onde explicou a influência de uma má alimentação no envelhecimento da pele.

dieta para combater envelhecimento da pele

Qual é a principal causa do envelhecimento da pele?

A causa principal do envelhecimento da pele é a inflamação. A inflamação, para além de ser a raiz de quase todas as nossas doenças crónicas afeta negativamente a aparência da pele, envelhecendo-a, levando-a a perder elasticidade e suavidade, que se manifesta, ao cabo dos anos, em forma de rugas e flacidez.

A inflamação é um processo resultante da carga genética, da radiação UV, das dietas pró-inflamatórias com excesso de ácidos gordos ómega 6 (encontrados nos óleos vegetais de soja, milho e girassol ) e dos alimentos de alto teor glicémico (como pão, massas, arroz, batatas...).

Estes alimentos aumentam a secreção da insulina e, esta, por sua vez, gera inflamação no sistema imunitário, agredindo e deteriorando a produção de elastina e do colágeno da pele - principais constituintes que dão firmeza e promovem uma pele sem rugas.

"A perda de gordura e da degradação das fibras de colágeno e elastina da pele é a causa molecular das rugas", diz o Dr. Barry Sears.

Dieta anti-inflamatória

A boa noticia é que cada célula do nosso corpo, da mesma maneira que é capaz de gerar substâncias inflamatórias (prejudiciais) também podem gerar substâncias anti-inflamatórias (benéficas). Neste sentido, a alimentação é a nossa melhor ferramenta para fazer com que as células produzam mais substâncias anti-inflamatórias que são benéficas para a beleza da pele e menos substâncias inflamatórias que são prejudiciais e conduzem ao envelhecimento.

O Dr. Sears afirma que "para eliminar os sinais de envelhecimento da pele deve-se combinar uma dieta anti-inflamatória (alimentos com níveis reduzidos de ómega 6 e baixa carga glicémica) com o aumento da ingestão de ómega -3 e polifenóis, com a finalidade de reduzir a inflamação no corpo e na pele."

Neste sentido, a dieta da Zona é a sua melhor receita de beleza. Basicamente para melhorar a aparência da pele, o Dr. Barry Sears recomenda vegetais sem amido e peixe. "Os vegetais sem amido têm um índice glicémico muito baixo e além disso contêm polifenóis, já o peixe, é rico em ácidos gordos ómega-3, gorduras saudáveis que combatem a inflamação e retrasam o envelhecimento da pele, diz o médico.

Segundo o  Dr. Barry Sears, criador da dieta anti-inflamatória conhecida como a dieta da Zona, esta maneira de comer seria a ideal para prevenir o envelhecimento e reduzir a inflamação em todas as células do corpo. E, assim, viver mais e melhor.

A melhora no aspeto da pele, não é mais do que, o indicador visual de que os benefícios desta dieta estão a produzir efeitos positivos em todo o corpo, diz o Dr. Sears.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Bifes de frango enrolados


Receita de 3 blocos

Bifes de frango enrolados 

Bifes de frango enrolados

Ingredientes

  • 2 bifes de frango finos (90 g)

  • Espinafre fresco lavado e cortado (2 chávenas bem cheias)

  • 1 dente de alho

  • Uma colher de sopa de sumo de limão

  • Sal e pimenta q. b.

  • 1 colher de sopa de azeite extra virgem

  • Vinagre

  • Folhas dos vários tipos de alface (quantidade sem limite)

Preparação

Tempere os bifes com o sumo de limão o dente de alho picado o sal e a pimenta. Deixe repousar.
Corte as folhas de espinafre e cozê-as num pouco de água, depois de levantar fervura durante dois minutos. Retire do lume e escorra bem toda a água que possam conter.
Em cada bife, coloque o espinafre no centro e enrole-os, prendendo-os à volta com fio de cozinha ou um palito.
Coloque os bifes enrolados num tabuleiro e leve-os ao grill do forno, virando de lado ao fim de 3 minutos ou, outra alternativa seria, grelhar num grelhador ligeiramente pulverizado com azeite.

Disponha os rolinhos no prato e acompanhe com a salada temperada com azeite, vinagre e um pouco de sal.

Sobremesa: uvas (250 g)

domingo, 3 de agosto de 2014

Como saber quanta proteína ingerir

Para saber quanta proteína ingerir, devemos saber primeiro o peso da nossa massa corporal magra (massa livre de gordura), e a partir desse peso, e dependendo do nosso nível de atividade física, vamos saber com exatamente quanta proteína necessitamos diariamente.
quanta proteína comer

Quanta proteína ingerir

Em função do tipo de atividade física que pratica, classifica-se a pessoa como: sedentário, pouco ativo, moderadamente ativo, muito ativo e atividade intensa no caso dos desportistas e  atletas.

Como podemos comprovar na tabela abaixo, quanto mais elevado é o nível de atividade física mais alta é também a necessidade de proteína:

Quantidade de gramas de proteínas por 1 Kg de massa corporal magra



Atividade física                                                                                    Fator de atividade física




Sedentário (passar muito tempo sentado, sem qualquer atividade física).................1,10

Atividade ligeira (trabalhos normais do dia a dia; andar a pé)..................................1,32

Atividade moderada (pessoas que caminham meia hora todos os dias ou treino moderado 3 vezes por semana). Aqui inclui-se também as pessoas obesas (mais de 30%-40%)......................................1,54

Ativo (pessoas que praticam exercício físico diário moderado ou levantamento de peso diário moderado)........1,76

Treino diário intenso (levantamento de peso combinado com treinos desportivos intenso diariamente ou treino desportivo intenso 2 vezes por dia...................................................................................1,98



Para uma pessoa que não pratique exercício físico significativo, mas que tem um dia a dia muito ocupado como por exemplo: trabalhar, comprar, a lida de casa, jogar com as crianças…deve-se utilizar o fator 1,54.

Aplicar a fórmula para saber quanta proteína ingerir

Para calcular quanta proteína devemos ingerir por dia devemos multiplicar a nossa massa corporal magra pelo nosso fator de atividade física:

 Massa corporal magra (kg) x Fator de atividade física = g Proteína diária

Tomemos o exemplo de uma mulher com uma atividade física moderada que tem  43,77 kg de massa corporal magra:

43,77 kg de massa corporal magra x 1,5 = 67,50 g. Esta pessoa necessita por dia 67,50 g de proteína.

Agora dividimos 65,65 g de proteína por 7 g de proteína (valor de 1 bloco de proteína) e obtemos 9,60 blocos, este valor deve ser arredondado a 11 blocos de proteína (porque uma pessoa nunca deve consumir menos de 11 blocos). Sempre que obter um número inferior deve redondear a 11. Portanto esta pessoa necessita por dia 11 blocos de proteína.

No caso de outra pessoa com uma atividade física muito mais intensa, que treina diariamente e com 54 kg de massa corporal magra, necessitaria ingerir mais proteína; vejamos o cálculo:

54 kg de massa corporal magra x 1,98 de proteína = 107 g de proteína

Agora dividimos os 107 g de proteína por 7 g de proteína (1 bloco) e obtemos 15 blocos de proteína por dia. Portanto esta pessoa necessita por dia 15 blocos de proteína.

Vemos com isto que a quantidade de proteína que necessitamos diariamente para manter a massa corporal não depende unicamente do nosso sexo, mas sim da nossa massa magra e do nosso nível de atividade física.

Veja aqui com a calculadora da dieta da Zona como calcular a massa magra que tem o seu corpo para depois saber quanta proteína ingerir.

sábado, 12 de abril de 2014

Qual é o melhor? Ómega 3 de origem vegetal ou ómega 3 de origem marinho

Muitas vezes o ómega 3 de origem vegetal e o ómega 3 de origem marinho, em termos de saúde, são vistos da mesma maneira e não é bem assim.

Os ácidos gordos ómega 3 que se encontram nos vegetais não têm tantos benefícios para a saúde como os ácidos gordos ómega 3 que se encontram no peixe gordo ou no óleo de peixe. Mesmo ingerindo uma grande quantidade de ómega 3 das fontes vegetais não seria suficiente para obter todos os benefícios dos ácidos gordos ómega 3 das fontes marinhas.

Ómega 3 de origem vegetal ou ómega 3 de origem marinho

Ácidos gordos ómega -3 de cadeia longa versus ácidos gordos ómega 3 de cadeia curta

O corpo não pode produzir os ácidos gordos essenciais ómega 3, sendo que é necessário obtê-los da alimentação ou através de um suplemento. É importante saber distinguir os três tipos de ácidos gordos ómega 3.

Tipos de ácidos gordos Ómega 3

O EPA e DHA são os ácidos gordos ómega 3 de cadeia longa e encontram-se principalmente no peixe gordo como o salmão (só o selvagem, não o criado em viveiro), a cavala, o atum, a sardinha, o carapau etc. Estes dois ácidos são os responsáveis de todos os benéficos dos ómega 3 para a saúde.

O ácido ácido alfa-linoleico (ALA) é o ácido gordo omega 3 de cadeia curta que se encontra nas fontes vegetais, nomeadamente nos óleos de linhaça, de colza, de cânhamo, de camelina, nas sementes do linho (linhaça), sementes de chia, nas nozes, em algumas plantas de folha verde...

Os ácidos gordos ómega 3 de origem vegetal como o ALA pode converter-se em EPA e DHA no organismo, mas através de um processo lento e praticamente ineficaz. Se toma suplementos de óleo de linhaça ou come alimentos, como nozes ou sementes de linho como única fonte de ómega 3, é certo que lhe vai proporcionar ALA, mas poderia ter deficiências de EPA e DHA, os ácidos gordos mais importantes para a saúde. 

A última investigação demostrou que menos de 1 por cento do ALA é convertido no organismo em EPA, e que muito dificilmente se converte em DHA. Por isso muitos investigadores creem que só os ómega 3 de cadeia longa que se encontra no peixe gordo podem proporcionar ao corpo todos os benefícios amplamente conhecidos dos oméga 3.

Manter o equilíbrio entre os ácidos gordos Ómega-6 e os Ómega-3

É bem conhecido e cientificamente comprovado os benefícios dos ómega 3 para a saúde. O EPA e DHA, que só se encontra nas fontes marinhas, são agentes anti-inflamatórios naturais, e como tal, têm um papel importante na saúde do cérebro, prevenindo as doenças degenerativas como o Alzheimer, na saúde do coração protegendo das doenças cardiovasculares, na proteção contra o cancro, a depressão, a melhoria do estado da pele como psoríase e a acne, o desenvolvimento do cérebro do feto, doenças inflamatórias do intestino, e artrite...

O corpo humano não pode produzir naturalmente os ácidos gordos essenciais ómega 3 e ómega 6, sendo que é necessário obtê-los da alimentação ou através de um suplemento. Contudo a alimentação ocidental é excessivamente abundante em ácidos gordos poli-insaturado pró- inflamatórios, os chamados ómega-6. Ácidos estes que quando existem em excesso no organismo, causam inflamação devido ao excesso de eicosanoides maus.

Os ómega 6 encontram-se maioritariamente nos óleos de sementes como o de girassol, milho, soja e numa grande variedade de produtos industriais, bolachas, pão de forma, bolos, doces... Nos últimos anos a Industria Alimentar está a substituir as gorduras trans pelos óleos vegetais, como alternativa mais saudável, mas é contraproducente, já que, está a promover o aumento dos ómega 6 na alimentação.

Quando a nossa ingestão de ómega-6 excede em muito a nossa ingestão de ómega -3, o nosso corpo está exposto ao aumento da inflamação, processo que está na origem das doenças crónicas.

Corrigir este desequilíbrio é o propósito da dieta da Zona. Sendo assim diminuir a ingestão de ómega-6, e aumentar a ingestão de ómega- 3 é um passo fundamental para uma vida mais saudável. Este equilíbrio entre estas duas gorduras – ómega 6 e ómega 3 - depende unicamente da nossa alimentação.

A dieta da Zona recomenda o azeite como gordura principal tanto para cozinhar, bem como para temperar em substituição dos óleos vegetais comuns. Outra recomendação do Dr. Barry Sears é tomar óleo de peixe quer seja liquido ou em cápsulas, mas certifique-se que seja um óleo de qualidade farmacológica, sem toxinas, metais pesados e outros poluentes. Veja aqui como identificar um óleo de peixe de qualidade.

Ómega 3 de origem vegetal ou ómega 3 de origem marinho?

Em conclusão, é melhor consumir ómega 3 de origem marinho do que ómega 3 de origem vegetal, porque os primeiros são uma fonte natural de DHA e EPA, os dois ácidos gordos benéficos para saúde

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Dieta da Zona entre as melhores dietas

O jornal norte-americano U.S News publicou o ranking das melhores dietas, entre as quais se encontra a Dieta da Zona. 

Todos os anos um grupo de especialistas em saúde de diversas áreas como nutrição, diabetes, saúde cardiovascular, gestão de peso, avaliam várias dietas populares e, se cumprirem fielmente determinados requisitos tais como: ser relativamente fácil de seguir, completa e nutritiva, segura e eficaz contra a perda de peso, mas também combater certas doenças como a diabetes e as doenças cardíacas, entram a formar parte do ranking das melhores dietas.

A Dieta da Zona, por cumprir perfeitamente todas as diretrizes exigidas, encontra-se entre as melhores dietas. É fácil de seguir, conduz à perda de peso, melhora a figura e silhueta de forma imediata, preocupa-se pela saúde combatendo e prevenindo as doenças crónicas. Mais do que uma dieta é um estilo de vida a seguir, onde aprenderá hábitos alimentares para toda a vida.

Veja como a Zonediet do Dr. Barry Sears encontra-se classificada no USNewsHealth 2014 entre as melhores dietas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Dieta na gravidez e na fase de amamentação

Sendo a dieta da Zona um estilo de vida saudável e não uma dieta de emagrecimento no verdadeiro sentido da palavra é, portanto, um programa alimentar que pode ser seguido pela mulher grávida.

O médico e investigador cientifico Dr. Barry Sears recomenda a dieta da Zona em qualquer fase da vida, também na gravidez e no período de amamentação. Nunca é demasiado tarde para entrar na Zona mesmo que a gravidez já esteja adiantada.

Dieta da zona na gravidez e amamentação

Como adaptar a Zona à dieta da mulher grávida

A dieta da Zona durante a gravidez não é muito diferente da dieta de qualquer mulher adulta que siga este plano alimentar. A única diferença é que deve ingerir 300 calorias a mais por dia, ou seja dois blocos adicionais por dia, o que corresponde a dois ou três copos de leite magro a mais diariamente, isto porque o leite tem o equilíbrio adequando de hidratos de carbono em relação às proteínas, além de fornecer cálcio, muito imprescindível durante a gestação para formar os ossos e os dentes do feto. 

Outra forma é aumentar a quantidade de comida no prato, nas refeições principais, mas sempre mantendo o equilíbrio entre proteínas, hidratos de carbono e gordura como exige esta dieta, com o fim de manter os níveis de insulina constantes e estáveis; outra forma seria fazer outros dois pequenos lanches, para além dos que já estão dentro deste plano alimentar.

O plano alimentar da Zona garante na gravidez um aporte de proteínas adequadas tanto para a futura mãe como para o feto e, um consumo adequado de hidratos de carbono, cuja fonte principal deve ser as frutas, legumes e verduras, para além de proporcionarem vitaminas e minerais necessários para ambos. As refeições devem ser constituídas por 40% de hidratos de carbono, 30% de proteínas e 30% de gorduras.

Dieta na gravidez e amamentação – Recomendações gerais

  • Comer a partir do terceiro mês e durante a amamentação dois blocos a mais

  • Evitar margarinas e gorduras hidrogenadas encontradas em alimentos industriais perecíveis (bolachas, barritas, biscoitos..)

  • Restringir os óleos comuns, pelo seu elevado teor em ómega 6. Usar principalmente azeite extra virgem

  • Suplementar a dieta com ácidos gordos Ómega-3, benéficos para a mãe e o bebé

  • Manter-se ativa, praticando exercício físico suave e moderado

  • Beber muita água, para ajudar o corpo a eliminar substâncias desnecessárias

Os Ómega 3 na gravidez

A dieta da Zona inclui um suplemento de Ómega 3, cuja quantidade a ingerir depende de vários factores, no entanto a dose de manutenção é de 2,5 g, mas atenção esta dose só é permitida, se o óleo em questão provem de fontes não contaminadas com substâncias tóxicas, por isso o dr. Barry Sears aconselha um óleo altamente refinado e purificado de qualidade farmacológica.

O papel dos Ómega 3 e 6 no período de gestação e lactação tanto para a grávida como para o bebé 

Os ácidos gordos ómega 3 são essenciais para o desenvolvimento do cérebro do feto. Também muito importante para controlar as alterações hormonais da futura mãe. Por outro lado, os ómega 6 devem ser limitados, porque o excesso de ácidos gordos ómega 6 podem provocar mudanças no ADN do bebé e, consequentemente, aumentar a possibilidade de poder vir a desenvolver doenças na idade adulta, como problemas de obesidade, diabetes e coração.

O cérebro do bebé é o órgão que mais rápido se desenvolve nos dois primeiros anos de vida. Por isso, os recém-nascidos necessitam dos ácidos gordos ómega 3 para um ótimo crescimento e desenvolvimento do cérebro. Se a dieta do bebé tem excesso de ácidos gordos ómega-6, o que é muito frequente quando se usa fórmulas infantis especialmente pensadas para os lactantes, pode acarretar uma série de consequências genéticas e, derivar em prejuízos para a sua saúde.

Após o nascimento, a mãe continua a necessitar de um fornecimento adicional de ácidos gordos ómega 3 para reequilibrar e regular os seus próprios níveis e assim poder amamentar e evitar a depressão pós-parto .

Quanto deve aumentar de peso a mulher grávida?

O ganho de peso na dieta da Zona, deve ser o mesmo que qualquer outra dieta prescrita para a gravidez. É importante saber que durante a gravidez, as mulheres tendem a ganhar aproximadamente 10 quilos.

Que efeitos terá no pós-parto?

Após o parto, seguir a dieta da Zona, reduz o inchaço ocorrido durante o parto e o excesso de peso ganho durante a gravidez. Tomar ácidos gordos ómega 3 reduz a probabilidade de depressão pós-parto e reforça os níveis adequados de ácidos gordos ómega 3 presentes no leite materno.

Esta informação baseia-se nos dados e pesquisas do Dr. Barry Sears, não substituem o conselho do seu médico.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tofu de cebolada

Receita de 3 blocos

Receita de tofu de cebolada


receita da dieta zona tofu com cebolada

Ingredientes

  • Azeite - 1 colher de sopa

  • 1 cebola média

  • 350 g de feijão congelado redondo

  • 180 g de tofu extra firme (tofu duro, que contém mais proteína)

  • 1 colher de molho de soja

  • Sal e pimenta a gosto

Sobremesa

  • Uma peça de fruta

Modo de preparação


Primeiro coza o feijão em água suficiente, com sal até ficar tenro. Escorra-o e reserve quente.

Numa frigideira antiaderente aqueça em lume alto uma colher de sopa de azeite. Quando este estiver quente, adicione o tofu cortado em cubos pequenos e cozinhe durante 5 minutos até ficar dourado. Mexa constantemente. Tempere com sal e pimenta. Depois transfira para um prato.

Na mesma frigideira refogue lentamente a cebola cortada em meias luas (junte um pouco de água se não tem gordura suficiente). Quando a cebola estiver tenra adicione o molho de soja e o tofu, misturando tudo com cuidado para não se desfazer.

Sirva o tofu sobre a cebolada, acompanhado do feijão.

 




terça-feira, 16 de julho de 2013

O que é a inflamação silenciosa?

A inflamação está na origem de quase todas as doenças crónicas. A chamada inflamação clássica é, normalmente sentida por meio da dor. Contudo, há um tipo de inflamação que não é dolorosa, conhecida como a inflamação silenciosa.

inflamação silenciosa

É perigosa porque doí, mas não se sente. Só se manifesta ao cabo dos anos em forma de uma doença crónica. Quando isto acontece, é porque vinha atuando em silêncio, agredindo as nossas células, corroendo o nosso bem-estar.

Inflamação silenciosa - o que é?

Segundo o Dr. Barry Sears, toda a dor é devido, em ultima instância, à inflamação. Mesmo, os mais sortudos que não sofrem nenhuma patologia crónica acompanhado dores, não é motivo para pensarem que se encontram em perfeita saúde, pois pode ser que, sem notarem, já estejam sendo afetados pela inflamação silenciosa. Isto porque o corpo pode já estar a sofrer sem dar sinais, enquanto os perigos desta ameaça começam a invadir o cérebro, o coração e todos os órgãos do corpo. É a inflamação silenciosa atacando as nossas células.

O desenvolvimento das doenças crónicas, associadas ao envelhecimento, entre elas a doença cardíaca, a diabetes, o cancro, a artrite, a doença de Alzheimer e até mesmo a obesidade, não acontecem de um dia para outro. São consequência da inflamação silenciosa que vão agredindo o corpo, durante anos e anos, sem dar sintomas.

Como aparece a inflamação silenciosa

De acordo com o Dr. Barry Sears, no nosso corpo produz-se três mudanças hormonais que conduzem à inflamação silenciosa. Todas estão associadas com a excessiva produção de estas 3 hormonas: eicosanoides, insulina, cortisol. O excesso de cada uma destas hormonas leva à inflamação silenciosa. Vejamos qual o impacto de cada uma delas no nosso corpo:

-Desequilíbrio dos eicosanoides

Há dois tipos de eicosanoides: os que promovem a inflamação, e portanto a destruição dos tecidos, são eles os pro-inflamatórios (eicosanoides maus) e os eicosanoides anti-inflamatórios (eicosanoides bons), que têm a capacidade de parar a inflamação e promover a curação do corpo. Embora ambos sejam necessários, o desequilíbrio entre ambos originam a inflamação silenciosa.

Para entender como a dieta pode modificá-los, é conveniente conhecer a sua origem. Os eicosanoides derivam dos ácidos gordos ómega 6. Estes ácidos, quando ingeridos transformam-se em outros ácidos gordos chamados DGLA e AA. Os eicosanoides bons procedem do DGLA e os maus do AA . Se no corpo há um excesso de AA, faz aumentar a inflamação silenciosa e, o corpo adoece e envelhece prematuramente. Por outra parte, se há um aumento do DGLA, produz-se um rejuvenescimento celular, que retrasa o envelhecimento.

O equilíbrio entre o DGLA e o AA depende do equilíbrio entre os ácidos gordos ómega 6 e os ácidos gordos omega 3, que são ingeridos através da alimentação. Embora todos os eicosanoides, quer sejam bons ou maus, derivem dos ómega 6, a função dos ácidos gordos ómega 3, é impedir que se produzam muitos eicosanoides “maus” a partir dos ácidos gordos ómega 6 e, ao mesmo tempo, fomentar a formação dos eicosanoides bons.

Aqui radica toda a importância que a dieta da Zona atribui aos ácidos gordos ómega 3, pois estes vão impedir que a partir dos ómega 6 se produzam muitos eicosanoides maus e, ao mesmo tempo, estimular a formação dos eicosanoides bons.

-A relação entre o excesso de insulina e a inflamação silenciosa


Reduzir os níveis de insulina é outro passo a seguir na luta contra a inflamação silenciosa. O excesso de insulina promove não só a gordura corporal, o que leva ao aumento de peso, mas também aumenta os eicosanoides pro-inflamatórios. Isto porque a insulina estimula a produção de AA, o que leva o corpo a produzir muitos eicosanoides “maus”.

Ambos sistemas hormonais - eicosanoides e insulina - estão intimamente ligados, ambos reduzem a inflamação silenciosa quando estão equilibrados. A dieta da Zona foi desenhada especificamente para reduzir a produção excessiva de insulina e consequentemente também a redução da inflamação silenciosa. Por isso, aqui radica todo o seu fundamento cientifico, uma dieta para perder peso e, simultaneamente, ganhar saúde.

 -O excesso de cortisol

Quando o corpo encontra-se num estado de inflamação silenciosa constante e permanente, responderá gerando doses altas de cortisol. Normalmente esta hormona, quando é segregada num momento de stress transitório tem a função de baixar os eicosanoides pro-inflamatórios, porém demasiado cortisol, tem o efeito contrário, enfraquece o sistema imunitário, leva à destruição das células nervosas e, a uma maior resistência à insulina. O excesso de cortisol é prejudicial, ataca os tecidos corporais, causando lesões nas células. O cortisol, quando segregado em doses justas, cumpre funções importantes no nosso corpo, mas o excesso, tem o efeito oposto, ataca o próprio organismo.

Como saber se já tem inflamação silenciosa


Para saber se já tem inflamação celular silenciosa, de forma fiável é através de uma análise de sangue especifica (não as habituais de rotina). Normalmente são pedidas a laboratórios onde se medirá a relação AA/EPA, desta maneira saberemos qual a relação dos ácidos gordos (ómega 6/ómega 3) que circulam no nosso sangue.

A relação de AA/EPA no sangue é o parámetro mais fiável da inflamação silenciosa. Quanto mais alto é o AA em relação ao EPA maior é também o nível de inflamação silenciosa sentida pelo corpo, aproximando-o à doença e afastando-o do bem-estar.

Para ficar com uma leve ideia de se, o seu organismo já foi atacado pela inflamação silenciosa, pode responder ao teste para saber se já tem inflamação celular, desenvolvido pelo Dr. Barry Sears. Se responder sim a mais de 3 perguntas, o seu corpo já está a sofrer os efeitos negativos da inflamação celular.

A inflamação silenciosa e alimentação

Durante a maior parte da existência do Homem sobre a Terra, os seres humanos seguiram dietas anti-inflamatórias, adaptadas aos seus genes. Até há 10.000 anos, a dieta era rica em frutas e verduras, proteína magra e ácidos gordos ómega 3 de cadeia longa (proveniente principalmente do peixe), ao mesmo tempo que era pobre em ácidos gordos ómega 6 e pobre em hidratos de carbono.

Esta era a dieta do Paleolítico, não continha cereais e amidos. Era a dieta dos caçadores recolectores. Com a revolução agrícola e a introdução dos cereais a alimentação tornou-se inflamatória.

Estilo de vida saudável

Felizmente todas estas hormonas, eicosanoides, insulina e cortisol podem voltar a equilibrar-se com o estilo de vida saudável que promove a dieta da Zona. Esta é a grande vantagem desta dieta: manter estas hormonas dentro de níveis ideais, nem muito altos nem muito baixos, de modo a combater a inflamação silenciosa e a evitar o desenvolvimento das doenças crónicas. Sendo assim, estas são as medidas que conduzem a um estilo de vida anti-inflamatório:

  • Ingestão diária de EPA e DHA, os ácidos gordos de cadeia longa que se encontram no óleo de peixe. O Dr. Barry Sears recomenda uma dose de um concentrado de EPA e DHA altamente refinado livre de contaminantes (mercúrio, dioxinas e PCBs), a dose recomendada depende da Razão AA/EPA. No entanto, a dose de manutenção recomendada é de 2,5 g

  • Reduzir a carga glicémica da dieta, ou seja restringir os hidratos de carbono de alto índice glicémico (pão, massa, arroz, bolachas, cereais refinados, farinhas, batata, doces, mel, bolos, açucares, bebidas alcoólicas, sumos, refrigerantes...) para não subir os níveis de insulina no sangue

  • Evitar as gorduras saturadas, trans e o excesso dos óleos vegetais (encontrados no óleo de girassol, milho, soja, amendoim... por serem ricos em ácidos gordos ómega-6, que estimulam a inflamação).

  • Incluir na dieta alimentos anti-inflamatórios como o azeite de oliva extra virgem, óleo de sésamo, cúrcuma

  • Praticar exercício regular para manter os níveis de insulina sempre baixos

  • Reduzir o cortisol com técnicas de relaxamento como a meditação

  • Praticar um estilo de vida saudável sem tabaco e bebidas alcoólicas
A dieta da Zona foi desenhada especificamente para reduzir a produção excessiva de insulina e consequentemente a redução da inflamação silenciosa. Além de ajudar a perder o excesso de gordura corporal, promove a prevenção das doenças e uma maior longevidade. Enfim, o caminho ideal para o bem estar.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Óleo de peixe Enerzona omega 3 Rx

A importância de ingerir um bom suplemento de óleo de peixe reside no facto de que os  ácidos gordos ómega 3 são essenciais para o nosso organismo. Diz-se essenciais porque o corpo não é capaz de sintetizá-los, por isso devem ser obtidos da dieta.

Contudo, hoje em dia, ingerir uma dose de ómega 3 adequada a partir do peixe azul é praticamente  impossível, dado que tínhamos que comer uma porção de 250 g de peixe gordo todos os dias para fornecer ao corpo a dose necessária de Ómega 3 e assim obter todos os benefícios dos ácidos gordos ómega 3 no combate às doenças e na melhoria da saúde e bem-estar.

É  por esta razão que na dieta da Zona é recomendada a ingestão de ómega 3 a partir de um suplemento de óleo de peixe. No entanto, é  muito importante escolher bem o suplemento. Deve ser um  suplemento concentrado, de modo a fornecer ao corpo a dose recomendada (2,5 g) de EPA e DHA, os dois ácidos gordos mais importantes. É fundamental que o complemento de óleo de peixe seja um preparado purificado e destilado, para evitar  a ingestão dos contaminantes presentes no mar.

Qualidade do óleo de peixe Enerzona omega 3 Rx



Devido à poluição industrial, os oceanos contêm substâncias tóxicas como mercúrio e outros metais pesados que os peixes absorvem e que passam aos humanos ao ingerir muito peixe ou tomando óleo de peixe de baixa qualidade.

Atualmente há uma grande oferta de óleo de peixe no mercado, no entanto ainda é muito difícil encontrar à venda óleo de peixe de boa qualidade, livres de químicos e toxinas e ricos em EPA e DHA, os dois ácidos  gordos ómega 3, que proporcionam muitos benefícios à saúde.

Isto porque, nem todos os óleos de peixe contêm níveis elevados de EPA e DHA. Para se ter uma ideia, as cápsulas de ómega 3 das lojas dietéticas contêm apenas um 30 % destes dois ácidos gordos, enquanto que um óleo de peixe de boa qualidade contém 60 %, ou seja  o dobro.

Além disso, as cápsulas correntes, produzem arrotos e regurgitação de sabor a peixe, bem como outros transtornos gástricos que desencorajam a seguir com o tratamento a longo prazo. Outra desvantagem é que a concentração reduzida em EPA e DHA, leva a que, maior quantidade de óleo de peixe deva ser consumido para notar algum efeito terepêutico, o que resulta em ingerir muitos químicos e toxinas.

Somente um produto altamente concentrado em ómega 3 (especialmente EPA e DHA) pode combater e prevenir as doenças crónicas e desempenhar um papel importante na regulação dos níveis de triglicérides, no fluxo sanguíneo, na resposta anti-inflamatória, na concentração,  no humor e no rendimento intelectual.

Qualidade farmacêutica do EnerZona Omega 3Rx

Actulamente no mercado encontra-se à venda um óleo de peixe de qualidade farmacêutica, o Omega 3 do Dr. Sears, que na Europa é comercializado sob o nome EnerZona Omega 3Rx. No  seu livro The Omega Rx Zone (Na Zona com Omega 3 Rx), o Dr. Barry  Sears chama a este óleo, ”Óleo de peixe farmacológico”, porque se trata de um  óleo de peixe obtido por destilação molecular, de máxima pureza, livre de PCBs e metais pesados (plomo, mercúrio, arsénico, cadmio, níquel),  dioxinas e furanos. E, ao contrário dos produtos correntes contém níveis muito elevados de EPA e DHA, muito superiores às cápsulas das lojas.

O óleo de peixe é um produto delicado facilmente oxidável, no entanto EnerZona Omega 3Rx é estável frente à oxidação, graças à tecnologia avançada pela qual é obtido e às propriedades antioxidantes compostas pela vitamina E, ascorbil palmitato, extracto de romeiro e ácido cítrico.

O óleo de peixe EnerZona Omega 3 RX é altamente concentrado:

  • Contém um total de 75% de ácidos gordos ómega 3 e  60% de EPA + DHA
  • A  proporção EPA e DHA é a ideal, de 2 a 1, indicada pelo Dr. Barry  Sears (40 % EPA e 20% DHA).

O  óleo de peixe EnerZona Omega 3 RX encontra-se à venda nas seguintes  formas:


  • EnerZona Omega 3 RX presentação liquida (embalagem com 3 ou 5 frascos, com  sabor a limão)

  • EnerZona Omega 3 RX presentação 180 cápsulas (0,5 g)

  • EnerZona Omega 3 RX presentação 90 cápsulas (1 g)

Qualidade Internacional

EnerZona OmegaRx é um suplemento de qualidade certificada pelo programa IFOS (International Fish Oil Standard), um organismo independente que certifica o elevado nível de qualidade dos óleos de peixe, conforme os  estándares internacionais estabelecidos pela OMS (Organização mundial de saúde) e o CRN (organismo para a nutrição responsável). O óleo de peixe EnerZona Omega 3 Rx, por cumprir todos os critérios do IFOS, recebe a máxima pontuação de este organismo, as 5 estrelas IFOS.

O óleo de peixe EnerZona é um produto caro?

Sim, é mais caro que os óleos de peixe mais baratos, mas lembre-se que, o que está a pagar é a qualidade. É certo que os óleos de peixe vulgares são baratos, mas têm a desvantagem de apresentarem um teor muito baixo de EPA e DHA. A quantidade a tomar é tão mínima que não aportam benefícios à saúde, ou seja o pouco que paga não serve para nada, além de correr o risco de ingerir muitos contaminantes e toxinas. Ao comprar a marca EnerZona tem a garantia de um ómega 3 original.

Informação nutricional do óleo de peixe EnerZona Omega 3 Rx


 

Por  100 ml de óleo de peixe



Uma  colher/medida



Valor energético


900  Kcal/3700kj



37,53  Kcal/154,3 kj



Proteínas


0  g



0  g



Hidratos  de carbono



0  g



0  g



Lípidos



100  g



4,  17 g



dos  quais:



saturados



3,1  g



0,13  g



monoinsaturados



11,5  g



0,48  g



poliinsaturados



85,4  g



3,56  g



Omega  3 total



75  g



3,13  g



dos  quais:



EPA



40  g



1,67  g



DHA



20  g



0,83  g



Outros  Omega 3



15  g



0,63  g




sexta-feira, 21 de setembro de 2012

EnerZona Proteína de Soja 90%

EnerZona proteína de soja 90% é um complemento proteico em pó constituído por proteínas de soja isolada. A proteína de soja isolada, representa a fonte mais pura e completa de proteína vegetal.

EnerZona Soja 90% não tem aromas nem sabor, tem portanto um gosto neutro, o que permite ser adicionada a alimentos de uso comum, sem no entanto alterar o sabor original do prato. Pode ser utilizada para salgados ou doces, sopas, molhos, batidos, café, nos cereais do pequeno almoço, na confeção de bolos, ou sempre que seja necessário enriquecer os alimentos com proteína para equilibrar o conteúdo de hidratos de carbono e gorduras da refeição.

 Como é a proteína da soja Enerzona 90%

EnerZona Proteína de Soja
É bastante digestiva. Ao ser uma fonte pura de proteína e em concentração elevada é rapidamente absorvida, o que lhe confere uma boa digestibilidade. Não contém aromas, edulcorantes nem conservantes, além disso está livre de Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Sem leite e derivados.

A proteína da soja Enerzona 90%, tal como a EnerZona Protein Whey 90% pode ser a solução ideal para pessoas que seguem dietas de poucas proteínas e que não ingerem a quantidade suficiente de proteína.

Sendo também uma opção muito saudável para que os vegetarianos possam obter proteína não-animal na sua dieta. Os desportistas, encontram na proteína de soja uma opção muito prática para enriquecer com proteína a sua alimentação diária e, assim permitir o desenvolvimento da massa muscular.

A proteína da soja Enerzona representa a escolha mais apropriada para as pessoas com intolerância à lactose, ou proteínas de leite. Além disso, a proteína de soja, cumpre uma função muito importante na dieta da Zona, uma vez que estimula a síntese de glucagon eficazmente, e isso proporciona saciedade e satisfação até à seguinte refeição.

Como tomar EnerZona Proteína de Soja 90%?

É ideal para adicionar a quantidade necessária de proteína aos pratos que não tenham a quantidade adequada, respeitando sempre a proporção 40 30 30 própria desta dieta. Como é uma fonte pura de proteína, facilita enormemente o cálculo dos blocos de proteína.

  • 1 colher/medida fornece 1 minibloque de proteína

Dissolve-se facilmente. Adicionar o conteúdo de uma colher/medida ao alimento desejado.

EnerZona soja está disponível em latas de 216 g, com uma colher/medida incluída na lata, que representa a quantidade de 8 g, equivalente a um bloco. Numa lata há 27 medidas.

Tabela nutricional EnerZona Proteína de Soja 90 


Informação nutricional



Por 100 g



Por porção (8g)



Energia



395 Kcal/1655 KJ



32 Kcal/134 KJ



Proteínas



90g



7,2 g



Hidratos de carbono



0,5 g



0,04 g



Lípidos



3,6 g



0,29 g





sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Barras Enerzona Snack 40-30-30

A linha de produtos EnerZona inclui, dentro da sua gama de snacks doces, as barras Enerzona Snack 40-30-30, que constituem o snack perfeito para comer entre as principais refeições, quer seja no lanche da manhã ou da tarde, o que vai permitir manter os níveis de energia ao longo do dia sempre estáveis.

As Barras ENERZONA SNACK 40-30-30 estão disponíveis em vários deliciosos sabores: CHOCOLATE, CHEESE CAKE (sabor tarte de queijo revestida de chocolate branco), COCO, LARANJA, IOGURTE e BAUNILHA.


Barras Enerzona Snack 40-30-30
Todas fornecem a quantidade de nutrientes equivalentes a 1 bloco dentro do equilíbrio calórico habitual da dieta: 40 % Hidratos de carbono, 30% Proteínas, 30 % Gorduras. Estão feitas com proteína de soja e contêm magnésio, Vitamina E, e GLA (ácido gama linolénico) que é um ácido gordo necessário para a síntese dos eicosanoides.

Como comer as Barras EnerZona Snack?

Além de muito nutritivas, deliciosas e pouco calóricas ajudam em qualquer momento e lugar a manter-se dentro da relação 40-30-30 de uma forma fácil, prática  e confortável. São, sobretudo, indicadas para tomar como snack saudável fora de casa, mantendo assim, constantes os níveis de glicose e insulina, impedindo a fome até à próxima refeição.

Uma ou duas barras por dia proporcionam satisfação e saciedade, de modo a evitar petiscar desnecessariamente entre as principais refeições.

Informação Nutricional Enerzona Snack 40-30-30 (barra sabor Laranja)

Por 100 gPor barrita (25 g)

Energia



391 Kcal/1644 KJ



98 Kcal/411 KJ



Proteína



29,8 g



7,5 g



Hidratos de carbono



38,8 g



9,7 g



Lípidos



13 g



3,3 g



Fibras alimentares



7,7 g



1,9 g



Vitamina E



20 mg



5 mg



Magnésio



200 mg



50 mg



Ac. Gama Linolénico (GLA)



4 mg



1 mg



L-Arginina



1100 mg



275 mg



 






quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Bolachas EnerZona 40-30-30

As bolachas EnerZona 40-30-30 são ideais para tomar ao pequeno-almoço, ao lanche da manhã e ao lanche da tarde. Além de muito deliciosas, saciantes e pouco calóricas, fornecem os três nutrientes principais de forma equilibrada: hidratos de carbono, proteínas e gordura na proporção calórica requerida pela Dieta da Zona 40-30-30.

Há vários sabores: Aveia, Côco e Cacau. São vendidas em sacos de 250 g cada, contendo cada um 40 bolachas. Embalagens disponíveis: EnerZona bolachas de aveia 40-30-30, EnerZona bolachas de cacau 40-30-30 e EnerZona bolachas de côco 40-30-30.

Bolachas EnerZona 40-30-30

Todas são fabricadas com ingredientes da mais alta qualidade, sem gorduras hidrogenadas/gorduras trans, a gordura utilizada na sua composição é o azeite virgem extra; contêm um alto teor em fibra; baixo teor de sódio; a principal fonte de proteína advém da soja, proteína vegetal com um alto valor biológico. Não contêm lactose o que são perfeitas para as pessoas com esta intolerância alimentar.


Apresentam um reduzido índice glicémico e baixa carga glicémica, o que as torna indicadas também para pessoas diabéticas, porque mantêm estáveis os níveis de glicose e insulina no sangue.

Como tomar as Bolachas EnerZona 40-30-30 ?

  • 4 bolachas fornecem um bloco. Em cada saco há 10 blocos

  • Ao pequeno-almoço pode tomar 8 bolachas que representam dois blocos + um copo de leite meio-gordo

  • Nos lanches pode tomar 4 bolachas que representam 1 bloco + um chá ou infusão

Informação nutricional das Bolachas EnerZona (Sabor Coco)

Porção de 100 grPorção de 4 bolachas (24 g)
Energia445 Kcal/1867 KJ106 Kcal/446 KJ
Proteínas30 g7,2 g
Hidratos de Carbono41 g9,8 g
dos quais açúcares22 g5,3 g
Lipidos16 g3,8 g
dos quais:
saturados5,1 g1,2 g
monoinsaturados8,3 g2 g
poliinsaturados2,6 g0,6 g
Fibras alimentares8,5 g2 g
Sódio0,20 g0,05 g

 Todos os produtos EnerZona têm a certificação do Dr. Sears.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Produtos EnerZona

Há vários produtos auxiliares para a dieta da Zona, mas o seu consumo não é obrigatório para que a dieta funcione. No entanto, os produtos EnerZona são uma grande ajuda quando a falta de tempo, devido à vida atarefada, não permite preparar pratos cozinhados. A intenção é proporcionar às pessoas opções práticas para permanecer na Zona. São ideais para comer em qualquer lugar e momento do dia.

Produtos EnerZona 40-30-30

Produtos EnerZona
Todo o fundamento da dieta da Zona baseia-se no controlo da insulina e glicose, este controlo é importante para alcançar o equilíbrio hormonal, desta forma emagrecemos como também ganhamos saúde. 

É uma dieta equilibrada, em que 40% das calorias totais devem provir dos hidratos de carbono, 30% das proteínas e 30 % das gorduras. Esta proporção de macronutrientes é o que permite obter o equilíbrio hormonal adequado e todos os benefícios que derivam deste equilíbrio, entre eles emagrecer e o alcance do bem-estar.

Sendo assim, os Produtos EnerZona 40-30-30, são os únicos que se adaptam à Dieta da Zona, já que cumprem rigorosamente a formula 40-30-30, uma vez que fornecem o 40% das calorias provenientes dos carboidratos, o 30% das proteínas e o 30% das gorduras. Portanto se segue esta dieta, não deve tomar outros produtos, já que não se adaptariam à percentagem de macronutrientes requerida pela Dieta da Zona.

Todos os produtos Enerzona contêm carboidratos, proteínas e gordura na proporção 40-30-30, além disso são:

  • saborosos, tanto na sua versão salgada/doce

  • saciantes

  • baixo índice glicémico e carga glicémica, o que os torna ideais também para os diabéticos

  • fabricados com ingredientes de primeira qualidade

  • livres de gorduras hidrogenadas (trans)

  • todos garantem em cada refeição a proporção 40-30-30
Na Dieta da Zona, é fundamental tomar diariamente 2,5 g de Óleo de Peixe EnerZona Omega 3 RX. EnerZona Omega 3 é um dos únicos produtos à venda no mercado que garante uma elevada pureza e um alto teor de ácidos gordos ómega 3 (EPA/DHA).

Produtos EnerZona recomendados para estar na Zona:

A gama de produtos EnerZona são os únicos no mercado avaliados pelo Dr. Sears, o criador da Dieta da Zona. São produtos pensados para ajudar a seguir um estilo de vida saudável em qualquer momento e lugar do dia.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Dieta dos atletas (II)

A dieta da Zona deita  por terra o mito, de que as dietas altas em hidratos de carbono, são a melhor opção para melhorar o rendimento físico dos atletas. Muito pelo contrário, o aumento da insulina causado pelo excesso de hidratos de carbono, é o pior inimigo do atleta.
Dieta dos atletas
Para que a dieta dos atletas seja efetiva a Zona propõe como principais objetivos: controlar a insulina e potenciar o aumento dos eicosanoides anti-inflamatórios, um tipo de hormonas importantes para aumentar a resistência física e reduzir a dor, que normalmente sentem os atletas de alta competição.

O controle da insulina e o aumento dos eicosanoides bons conseguem:

  • Aumentar a liberação de GH (hormona de crescimento) o que faz incrementar a massa muscular

  • Aumentar o fluxo sanguíneo e o oxigénio, melhorando a resistência física

  • Proporcionar efeito anti-inflamatório e, diminuir assim, as dores musculares.
O plano alimentar da Zona, quando adaptado aos atletas, não difere muito da dieta daqueles que adotaram este programa alimentar. A única diferença é que os atletas necessitam mais proteína e mais gordura.

A importância da gordura na dieta dos atletas

A gordura pode converter-se no melhor aliado do atleta. Ao aumentar o consumo de gordura na dieta dos atletas, faz com que aumente também, os níveis de gordura intramuscular, o que se traduz num maior rendimento físico, que lhe dará ao atleta uma grande vantagem nas competições, frente aos outros atletas, especialmente nas ultra maratonas com distâncias superiores a 80 km, que como é habitual, se beneficiam enormemente com as dietas altas em gordura.

Desta forma a dieta da Zona vai permitir o aceso à esta gordura intramuscular como fonte de energia, poupando as reservas de glicogénio. No entanto, com vistas a obter níveis altos de rendimento atlético é necessário consumir o tipo de gordura correta. Para tal, a gordura consumida deverá aumentar a produção de eicosanoides “bons”, mas, sem causar aumentos nos eicosanoides “maus”.

A gordura que melhor se adequa a isto são os ácidos gordos ómega-3 de cadeia longa, que se encontram no óleo de peixe, pois estimulam a produção de eicosanoides bons, especialmente quando combinados com pequenas quantidades de GLA. Outra gordura, não menos importante, são as gorduras monoinsaturadas, que se encontram no azeite, nos frutos secos e nos abacates.

Por outro lado, ingerir muita gordura ómega-6 é prejudicial, já que esta faz aumentar a produção de ácido araquidónico, um tipo de ácido que conduz ao aumento da produção de eicosanoides maus e, como consequência, diminui o rendimento físico.

Além disso, os eicosanoides bons fazem aumentar o fluxo sanguíneo, permitindo a chegada de mais oxigénio às células musculares, fazendo incrementar os níveis de energia e resistência.

Outra vantagem dos eicosanoides bons na dieta dos atletas, é que estes reduzem a inflamação, fazendo com que diminua consideravelmente as dores causadas pelo permanente esforço muscular exercido durante o exercício intenso, garantindo assim, uma recuperação mais rápida, que permite ao atleta poder voltar a treinar o dia seguinte.